Althanar.

Postado em Mortos-Vivos, Mundo, NPC em agosto 16, 2009 por mundoqeon

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Althanar

(H/I ?m Ac6/C23/Esc5/G7) – Fanático/ Perfeccionista.

Terra dos Reinos.

Sacerdote de um deus de um mundo distante Althanar é um tipo de ser humano, se é que pode ser considerado um na Terra dos Reinos, de muitas peculiaridades. Vindo, segundo ele, de outro plano de existência o sacerdote desembarcou nas terras distantes para uma missão de reconhecimento, porém ele fora capturado ainda com vida pelo necromante e foi o membro da trindade que mais resistiu as investidas, não raro violentas e ao seu ver irracionais do arcano em seus experimentos.

Muito falante e extremamente religioso, Althanar é devoto de um deus de seu plano e por isso não usufrui os poderes concedidos por este, que segundo o religioso não é uma divindade tão poderosa quanto às outras de seu mundo.

Por isso o clérigo teve de se interar das artes da guerra com seu colega Hirelgom, por quem nutre um sentimento misto de consideração e ódio. Consideração por ele ser sempre dedicado a Anezca e ódio por entender que o guerreiro não comunga dos ideais de libertação seu e de sua colega alquimista. Para o clérigo Hirelgom trama algo contra ele e Anezca e por isso tem tentado se precaver estabelecendo alianças com os aventureiros que a trindade encontra.

Mas Althanar, como clérigo que é, continua suas pregações principalmente junto aos aventureiros e comerciantes que a trindade encontra pelo caminho e os maiores frutos de seu ministério são os magos da vila dos toldos que a mando do clérigo tem tentado construir um portal para que este volte para casa e os levem a seu mundo e estando lá conheçam o poder de seu deus.

Outra característica desta figura já quase que lendária é sua organização, coisa rara entre nômades como a trindade, no entanto é através desta qualidade do clérigo que muitas vezes eles se viram livres de grandes transtornos, como no famoso caso em que com apenas um pequeno bilhete de um príncipe que o clérigo guardava em seu manto há quase 15 anos os três puderam entrar em uma área que passara a ser dominada pelo mesmo nobre.

Talvez dentre os três o mais accessível e comunicativo seja Althanar, mas isso se explica pela grande solidão que ele sente, pois há muito tempo ele se encontra longe de sua casa e a sua saudade muitas vezes já foi exteriorizada em frenesis que custaram a vida de muitos.

Anezca tem constante compaixão por seu colega e não raro o consolar através de atos de carinho, mas isso a cada ano que passa tem sido mais ineficaz e a ira que ele vem nutrindo contra Hirelgom tem tomado as proporções de sua saudade, o que o faz ser o primeiro candidato a romper com os outros membros da trindade.

Hirelgom.

Postado em Mortos-Vivos, Mundo, NPC em agosto 15, 2009 por mundoqeon

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Hirelgom

(E hm Ap4/G18/Cav5) – Enérgico/Amargurado.

Terra dos Reinos.

Um dos cavaleiros das forças invasoras da terra de onde surgiu a trindade, Hirelgom era um dos mais devotados cavaleiros de seu regimento, tendo conquistado para seu rei, boa parte de suas terras. Mas durante o conflito seu poderoso senhor mandou que ele incendiasse casas de uma pequena vila que não tinham nem mais um homem sequer para sua defesa.

Transtornado, o cavaleiro procurou ajuda junto ao sacerdote das tropas que se encontrava no acampamento na ocasião. Chegando lá, Hirelgom acordou o representante dos deuses, pois já era noite, e lhe contou tudo que seu senhor havia lhe mandado fazer e pediu para que o curasse. Furioso o religioso amaldiçoou-o e retirou-lhe o titulo de nobreza, e mandou que saísse dali o quanto antes.

Arrasado com tudo aquilo, Hirelgom se entregou à tristeza e vagou sem rumo pelas terras devastadas pela destruição – em boa parte por ele causada -, até que numa noite já sem força alguma, pois não comera nada desde de aquele encontro com o clérigo, o guerreiro viu-se diante de um imenso abismo e em seguida tudo sumiu de sua frente e ele acordara com a aparência que tem agora, ao lado de seus dois colegas.

Normalmente irritado e angustiado o guerreiro é o membro do grupo que mais trabalho dá aos demais, sendo ele geralmente a origem de todos os desentendimentos dentre eles. Porém não há maior bravura nos combates que o que se vê quando ele entra em ação. Defensor ferrenho de Anezca, já chegou a matar cinco troll’s das cavernas simultaneamente, enquanto exploravam uma gruta, sem que ela percebe-se, dado que ela tem pavor destas criaturas.

Talvez este afeto que Hirelgom ainda nutre por Anezca seja a única motivação que o leve a prosseguir, pois ele não tem por que morrer nas condições em que se encontra. Isso por que nada tira de sua cabeça que ele ainda deve ser reintegrado o secto de guerreiros de seu senhor, para que possa se livrar de sua maldição, que para ele é um castigo dos deuses e não mero fruto de uma experiência arcana. Mas esta sua impressão sobre essa maldição não foi contada a nenhum dos outros membros da trindade, por dois motivos: isso o afastaria de Anezca, e impossibilitaria a sua reintegração ao exército de seu senhor, já que este em sonho mandou-lhe que continuasse a busca da “Mão decadente de Taleon”.

Anezca.

Postado em Mortos-Vivos, Mundo, NPC em agosto 14, 2009 por mundoqeon

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Anezca

(H mef Apr4/Alq20) – Autista/Tímida.

Terra dos reinos.

Criada em uma escola de magia, onde foi abandonada por seus pais Anezca é a única mulher da trindade. Sempre calada e taciturna, ela nunca fala mais que o necessário e talvez por isso seja considerada a mais sabia dos três.

Detentora do conhecimento de praticamente todos os feitiços alquímicos, ela é requisitada constantemente por colegas alquimistas de grande poder, muito embora nestes encontros prefira ensinar-lhes só o que ela considera necessário e adequado ao aluno em questão. Foi morta ainda jovem e lembra-se com freqüência de sua vida, o que a faz chorar quase sempre. Talvez esta dor esteja relacionada à perda de seu grande amor ou de seus pais. Mas isso são apenas especulações dado que quase nunca ela fala sobre seu passado. Anezca ainda conserva consigo um lindo amuleto que lhe fora doado por seu tutor antes do confronto que lhes tirou a vida. Segundo alguns o talismã possui propriedades mágicas dignas de ser considerado um artefato, teoria, aliás, que ganha respaldo devido às runas características de divindades antigas como o quase desconhecido “deus do abismo”. Mas a alquimista garante que a jóia não é mágica, visto que se fosse tão poderosa quanto se julga ela já a teria usado para se livra de sua maldição.

Sua atuação dentro da trindade é de conciliadora por ser ela a mais equilibrada dentre eles, e seus colegas sabem disso, e a respeitam muito e constantemente recorrem a ela em suas dificuldades. Esta postura adotada por Anezca tem influenciado a muitas aventureiras durante os anos o que, aliás, é uma das poucas coisas que ainda a deixa feliz.

Mas a serenidade da Lich de tempos em tempos, como acontece com os seus companheiros – apesar de em seu caso com menor freqüência – dá lugar a uma fúria descontrolavel, válvula de escape para a tensão de não poder morrer como todos. Após estes acontecimentos que por vezes acontecem Anezca tende a se refugiar em ruínas por dias meses e até anos o que tende a irritar seus parceiros, mas ambos sabem quem sem ela, caso venha a ser encerrada a maldição um dos dois iria tentar tirar a vida do outro, ou usaria de chantagem, pois em hipótese alguma – se não pela diplomacia de Anezca – eles andariam juntos.

A Trindade dos Inquietos

Postado em Mortos-Vivos, Mundo, NPC em agosto 13, 2009 por mundoqeon

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Vítimas de uma terrível maldição em sua terra de origem, estes três mortos vivos do tipo “Lich” vagam pelas terras dos reinos em busca de uma solução para sua maldição, que aparentemente dura décadas. Mortos durante uma batalha feroz contra invasores de um reino distante, os três foram selecionados por um necromante como cobaias de experiências escabrosas que tiveram como desfecho o retorno do trio à vida, embora o preço disso fosse a imortalidade absoluta.

Até os dias de hoje eles buscam uma maneia de serem levados novamente ao mundo dos mortos o que, segundo alguns que tiveram a coragem de travar um dialogo como trio, implicaria em encontrar o artefato lendário conhecido como a “Mão decadente de Taleon”.

Empenhados nesta busca, acompanham todos que precisarem de ajuda em explorações, mesmo os que aparentemente não tenham boa índole, dado que não podendo ser destruídos eles não precisam temer nada, quanto menos meros mortais. De tempo em tempo os três são tomados de uma fúria incontrolável, dada  sua tortuosa existência que não se finda. Os sobreviventes que testemunharam uma destas crises da trindade dizem (quando lhes resta ainda lucidez, obviamente.) que prefeririam que do céu precipitasse fogo e queimassem tudo em suas cidades do que aquele espetáculo macabro promovido por estes infelizes. Infelizes por que mesmo depois de serem linchados varias vezes pelos que restam destes eventos, eles ainda sobrevivem, para desespero seus e daqueles, parentes das vitimas da fúria dos três.

Segue nos próximos posts um breve resumo de cada um dos elementos da trindade, que embora tenham sido coincidentemente afetados da mesma maneira por esta maldição, não conservam quase que nenhum traço de personalidade comum.

Continua…

Hanne Machado de Fogo

Postado em Conto, Mundo em agosto 12, 2009 por mundoqeon

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Estávamos atravessando um corredor cheio de arqueiros em pontos falhos das duas paredes atirando sem parar e a única coisa que podíamos fazer era correr. Eu corri mais rápido que suas flechas só parando na porta no final do corredor. Quando os outros conseguiram passar, percebi que um estava muito ferido, logo o Ranger que é o mais veloz dentre os nossos. Chegando na porta, abrimos, vimos um salão com quatro ladrões. Começou a batalha e rapidamente os matamos. No decorrer da batalha um enorme tampão que estava sob nossos pés tremia como se uma criatura tentasse sair e no final da batalha eis que acontece o que temíamos, um Elemental do Fogo surge e começa a maior batalha, até então, da minha vida. Enquanto todos atacavam eu esperava a minha vez, sentindo um calor infernal e quando ataquei com um golpe certeiro do meu machado o Elemental tombou. Foi uma vitória como nunca sonhei em toda minha vida, eu matei um Elemental. Após esse dia todos me chamavam de Hanne Machado de Fogo.

Rumundof, o Solitário.

Postado em Conto, Dragões, Mundo, NPC, Qayon em agosto 10, 2009 por mundoqeon

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Os dragões dourados são conhecidos por sua bondade propagada pelas histórias proferidas pelos bardos em toda Terras dos Reinos. Dotados das mais lindas couraças entre os seus, estes dragões expressão o ápice de sua raça sendo criaturas perfeitas: honrados, altivos, sábios, justos, honestos e pacíficos – mas sem deixar de serem severos com seus inimigos –, enfim, estes seres são o ideal da criação. Não é por menos que os guerreiros santos de inúmeras religiões têm por código de conduta os preceitos inspirados nas virtudes destes seres primorosos.

No entanto conta-se que houve entre os membros desta raça um dragão que sucumbiu a fraquezas terríveis, sendo por isso execrado por seus irmãos. A história que lhes contarei a seguir é a história de Rumundof, o Esquecido; Rumundof, o Solitário; Rumundof, o Dragão Desleal, Rumundof, o caído:

Eis que na aurora do mundo este era dominado pelos imensos lagartos alados dos quais só ouvimos falar em nossa Era. Neste tempo antigo o homem era apenas um ser minúsculo e desprezível, como são os ratos para nós. Os dragões ocupavam-se de coisas importantes, muito além da capacidade de compreensão dos homens, e viviam suas guerras e tramas mágicas – arte desconhecida entre as outras raças – nos mais altos céus, ou nas mais profundas cavernas, onde o homem e sequer outras criaturas pudessem vê-los e se intrometer em seus negócios.

Os dragões regiam o mundo, mas viviam em outro mundo: um mundo só seu. O mundo dos dragões era feito de intrigas meticulosas no qual o tempo passava muito devagar, um mundo onde o tempo era contado em Eras, mas as demais criaturas no mundo sob o dos dragões, embora infinitamente inferiores, começaram querer a aprender sobre os dragões e o seu mundo, mas os lagartos mágicos, em sua arrogância, não perceberam isso. Apenas um deles, Rumundof, como era conhecido entre os homens.

Rumundof era um dragão dourado jovem, e amava o mundo com todo o coração. Tornou-se um grande explorador das terras dos reinos – e lugares além dela – e passou a reconhecer as diferenças entre as espécies e raças que habitavam o mundo, adentrando florestas, vales, cavernas, oceanos, desertos, campinas e toda sorte de lugares.

Porém Rumundof aprendera com seus pais a evitar as cidades: Nunca gostara dos homens, pois sabia que seu avô Wo, o Sereno havia sido assassinado por homens que fizeram com as escamas derretidas do velho dragão um grande ídolo em homenagem ao seu deus primitivo. Rumundof, pois, odiava os homens e sua maldade; eram eles, para o dragão, a antítese de tudo que ele acreditava. Os homens matavam os outros seres sem justificativa alguma, envolviam-se em batalhas por motivos simplórios e além de tudo não percebiam sua efemeridade – o maior de seus pecados.

A indigência humana levou o coração de Rumundof ao ódio, que como uma semente germinou e se espalhou por toda sua alma, o que fez com que o dragão se transformasse num caçador de homens. Rumundof passou então a cuidar dos assuntos do mundo inferior aos dos dragões, e desgraçadamente passou a fazer parte deste.

Com os sucessivos ataques do jovem dragão os homens passaram a reivindicar ajuda de outros irmãos seus, criando uma série de cismas entre os clãs dracônicos, motivando uma série de guerras que envolviam tanto o mundo dos dragões quanto o inferior ao deles. Rumundof desta forma quebrara a sólida linha divisória entre os dois mundos e passou a ser odiado tanto pelos homens e pelos dragões. Estes o odiaram por que fizera com que o seu mundo se tornasse impuro, contaminado pela presença de seres inferiores. Já os homens perderam muito com os ataques do dragão, e passaram a contar com os seus irmãos dourados contra o jovem dragão, que organizara muitos seres para combater os homens. O dragão sabia que a fraqueza do homem era o gosto pelo vil metal dourado, e fez questão de saquear tanto quanto pode os cofres dos reinos humanos e privou os monarcas de todo o seu ouro. “O meu amor pelo seu ouro, nada mais é que o meu ódio à sua ganância, malditos humanos”! Esbravejou o dragão uma vez enquanto saqueava uma das cidades que já não existe mais.

O tempo dracônico nunca mais poderia ser contado por eras, pois os acontecimentos não duravam mais tanto tempo, pois se confundira com o dos homens: o crepúsculo da Era dos Dragões, conforme as profecias, se anunciava. Rumundof destruíra o mundo dos dragões, e por conseqüência também o inferior, embora sua intenção não tivesse sido esta.

O incompreendido dragão após décadas de ataques aos homens, tentando retomar a harmonia perdida, provando aos seus que estava certo, convenceu-se de que nada mais poderia ser feito, pois o que acontecera era irreversível. Tomado de remorso entregou-se aos seus que o julgaram como o maior traidor da raça, condenando-o a ficar confinado com todo seu ouro – tudo aquilo que ele mais odiava– em uma imensa caverna nas profundezas dos mundos, onde nem um homem, nem mesmo um dragão o pudessem encontrar.

Domínio Público.

In. O Livro das Lendas de Lyndara, Biblioteca da Torre Verde, 5º Andar, Estante A-4, Tomo 28, p. 125.

Zula, o taverneiro.

Postado em Conto, NPC, Uncategorized em agosto 7, 2009 por mundoqeon

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Eles estavam na taverna às seis horas e o bondoso Zula desconfiava que durante aquela noite algo terrível iria se dar.

Eram estranhos. Um se vestia com uma armadura de placas pesadas, na qual havia runas negras gravadas que causavam espanto a qualquer um que as visse. O outro por sua vez escondia seu rosto em meio ao volumoso manto que o cobria. Ambos se mantinham em um silêncio profundo que se estendeu durante toda aquela noite.

O expediente na taverna se findou, e Zula, como de costume pacificamente, colocou os que exageraram na bebida para fora de seu estabelecimento, e enquanto se detinha nesta tarefa ousou num momento olhar para aqueles estranhos clientes, e de imediato o taverneiro sentiu um frio lhe dominar a espinha. “Como posso ser tão tolo, estes homens durante toda à noite não me causaram problema nenhum. Por que os temer?” Perguntou a si mesmo o bom comerciante, e num ato de coragem, e ao mesmo tempo de cortesia encheu duas canecas de sua melhor cerveja e levou até eles como presente de boas vindas, já que os dois nunca tinham sido vistos pelas redondezas da Cidadela do lago.

Enquanto Zula se aproximava trazendo as canecas, o ser de armadura levantou-se, o que fez o comerciante imediatamente ficar parado (embora por dentro quisesse se vir longe dali). A partir deste momento o velho taverneiro, totalmente imóvel, passou ser espectador do episodio mais macabro de sua vida: o misterioso guerreiro desembainhou sua espada e num passe de mágica a lamina da arma foi tomada por fogo. A figura encapuzada então se pôs ao lado do guerreiro e seus olhos, que estavam como o resto do seu corpo ocultado por suas vestimentas, começaram a brilhar como a chama de uma tocha e ao mesmo tempo todas as portas e janelas do local se trancaram criando uma imensa escuridão quebrada somente por seu par de olhos flamejantes e pela lamina de fogo da espada de seu parceiro.

Então vagarosamente os dois aproximaram-se do taverneiro, que ainda inerte temia pelo pior. O guerreiro, tomando sua espada que ardia em chamas, suavemente levou-a ao encontro de um dos olhos de Zula.

Porém algo aconteceu. Justamente no momento em que o fogo da lamina da espada deveria consumir olho já cansado do velho; os dois seres simplesmente desapareceram, deixando esparramadas pelo chão somente suas armas e indumentárias.

Ainda atônito com o que havia acontecido, Zula catou todas aquelas coisa que do chão, escondendo-as em um dos barris de fundo falso de sua adega e até os dias de hoje não comenta o porquê de sua pouca visão da vista direita, pois teme a volta deles, já que o sentimento de medo e desconfiança que assaltara seu coração desde as primeiras horas daquela noite maldita não mais abandonou seu coração até os dias de hoje.

Gerard, o Galante (B mem B3/In6)

in. Memórias de um Menestrel, até hoje não publicadas.

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